segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Cancelado o Troféu Septo Platinado!!

Em decorrência da morte do Gigolô da boneca Suzi a organização resolveu cancelar o evento.

Em detrimento da tragédia (?) parece que nossos concorrentes resolveram segurar o nariz pé.

Fábio Assunção
procurou uma rehab, Fábio Jr sumiu da mídia e Aécio deve tá pianinho por conta de uma improvável, porém possível, futura indicação à presidência pelo PSDB.

Devido ao grande número de papelotes mesas vendidas para o evento o Automóvel Clube vai realizar uma comemoração contra o uso de drogas com a participação da cantora Jake , pra evitar saia justa.



É requinte demais né?
Pra não fazer feio pra Baile de colunista nenhum...

Pópáracompó! Póparácompóaê!

Soltando os cachorros!



Isso foi antes do doidão bater as botas.

A maré ruim da Ana Maria Braga tá tão feia que ela fala e a desgraça acontece em no máximo 3 semanas. Se o programa afundar de vez já dá pra abrir um terreiro.

fica aí a dica: Gigolôs, watch out!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Eu avisei....

Tava demorando morrer um por conta dessa brincadeira... Se continuar nesse ritmo vamu ter que cancelar a entrega do troféu Septo Platinado....

Lembra do segurança (Marcelo Silva), ex militar, que casou com Suzana Vieira e desde então num pára de causar tumulto? Pois é: Morreu!*

O que será que Suzi tem a dizer sobre a morte do ex marido cheirador e chifrador?

"-Amén!"

*afim de saber detalhes sobre o caso? Pergunta pra Sônia Abrão.

Reinventando uma Obra de Arte - 2ª parte

Resolvi estender o post sobre a minissérie Capitu pra terminar de dar minhas impressões.

Ontem tive nova surpresa com Capitu: o ator César Cardareiro, que interpreta o Bentinho ainda menino. E que interpretação.
Alguns devem se lembrar dele bem mais novo no sítio do Pica Pau Amarelo (2003) mas o menino parece que tomou um ácido e incorporou o personagem. O meninote, apesar de um pouco byroniano demais, consegue passar a imagem de criança mimada, perdida em fantasias muitas vezes dolorosas e melancólicas, internalizadas através de vínculos com culpas e medos.
Ele e Melamed renderam uma sequência ontem q foi incrível, quando o Casmurro relembra o sofrimento do menino (ele mesmo), e tenta inutilmente ampará-lo. (Não nos esqueçamos que Casmurro é modelo em auto-piedade!)
Pra terminar, a pronfundidade dos personagens criados por Machadão é tão grande que nos permite avaliar nossos próprios medos. O que desestrutura Bentinho não é Capitu. A relação dele com a menina é só reflexo do estrago que a mãe e o meio já haviam feito nele, principalmente lhe incutindo um medo irracional do abandono. Corro o risco de ser muito Freudiano, mas o que proponho é só repensarmos esses amores imaturos, frutos da trnasferência do amor materno pois são nocivos, irrealizáveis. Prefiro não acreditar que Freud meio que decifrou o ser humano, decifrou a sociedade ocidental. A proposta é ver que, depois de desfeitos os novelos da consicência, é possível deixar os antigos casulos e viver realidades mais maduras, onde o amor se constrói em bases mais sólidas e próximas da realidade. Tem é que ter é coragem pra fugir do esquema normótico a que ficamos submetidos. Ou será que Freud chamaria isso de "fantasia de cura de um limítrofe"?

Amanhã é esperar pra ver como Escobar se apresenta a nós.

p.s.> acho que vou lançar um ensaio psicológico sobre o livro um dia... gostei... uahuauhauh

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Em tempo...

Elephant Gun - Beirut



Essa é a música tema da série Capitu.
E é excelente.

Pra ouvir no carro o dia todo e ainda dar uma choradas se tiver com dor de cotovelo. Porque ser um pouco Álvares de Azevedo ainda tá na moda! (HUA³)

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Reinventando uma Obra de Arte


Com o louvável intuito de popularizar um clássico da nossa literatura, Luiz Fernando Carvalho recontou (sim porque, segundo o próprio diretor, o "texto é Machado de Assis vírgula por vírgula") uma obra de arte.

Vou tentar passar minhas impressões do primeiro capítulo pra quem ainda tá torcendo o nariz pra história que, pra muitos, só remete à leitura forçada de um calhamaço de papel pra conseguir uma vaga numa universidade:

-O tom
agressivo do desnudamento das expectativas românticas de uma possível e idealizada fidelidade absoluta, selada por juras amorosas de 2 crianças nos apresenta o personagem principal, Bentinho , já velho, que por suposta instrospecção que lhe caracterizava recebe o apelido de Dom Casmurro. O livro gira em torno dos fantasmas do passado desse homem.

Atores e Personagens que merecem comentário*

*pq já são quase 1 da manhã e eu, depois de velho, descobri o hábito de dormir



-Michel Melamed, conhecido pelo ótimo [Re]corte Cultural da Tv Cultura e pelo polêmico espetáculo Regurgitofagia, interpreta o protagonista na fase adulta e é o narrador da história, deixando claro que o livro é uma perspectiva do personagem sobre fatos ocorridos em sua vida.

-Eliane Giardini interpreta a mãe rígida, carola e dominadora
, vista pelos olhos do filho pequeno, causando ao mesmo tempo uma adoração edipiana quando ela aparece, quase como uma rainha e um calafrio quando ela personifica a castração da psicanálise Freudiana.

-Capitu
(Letícia persiles/Maria Fernanda Cândido), que por intervenção divina, dessa vez ainda não roubou a cena, permitiu quem assistiu ir além da curiosidade superficial que nos leva e nos deliciar ouvindo casos de traição (e agradecendo a Deus baixinho por ter sido com o vizinho e não com você). A personagem teve o destaque que tem no livro, é a obsessão daquele homem, é a idéia central de praticamente tudo que ele pensa. Mas é idealizada, não passa da visão de Bentinho, independente se a visão lhe fazia justiça ou não. Depois de entendido isso, se deixe hipnotizar por Capitu assim como Bentinho... idealizações são sempre hipnóticas pois são um reflexo do nosso conceito do que deveria ser perfeito.

Pra fechar:

-A música dá o arremate final à fotografia pra criar, dentro do universo denso e sombrio do personagem, uma atmosfera de cordel que populariza a série.

-Esqueça a traição, não se trata disso. Resquícios de machismo que ainda vagam perdidos sem razão de ser em nossa sociedade é que nos deixam tão desconfortáveis diante dessa situação. A grande questão é a insegurança de Bentinho, combinados com as expectativas que ele mesmo criou em relação à Capitu, a inveja e culpa que nutriu em relação ao amigo (?) Escobar, e a pouca tolerância à frustração que levaram um homem às raias da loucura. É uma obra pra inquietar os homens e envaidecer as mulheres.

-Perceba e mergulhe na profundidade de Casmurro. Atormentado pela culpa tão internalizada através dos dogmas católicos ele tenta expiar seus 'pecados' torturando à si mesmo com pensamentos de traição. Se ela traia ou não eram outros 500, o importante é perceber que a fixação de Casmurro era no sofrimento e não em Capitu.*

*Esse post é uma interpretação de minha total responsabilidade.

Vamos ver o que as celebridades mais Underground do cenário nacional tem a dizer sobre Capitu?

Léo
Ocupação:Bater na esposa e tomar cachaça
"-Capitu? Puta!"

Theodomiro Paulino
Ocupação: Extorquir vaidosos compulsivos
"-Esse Auê todo por conta de uma racha?"

Bruna Surfistinha
Ocupação: Escritora (Se até eu posso ser...)
"-Se fosse tão esperta assim tinha ela mesma lançado um livro contanto detalhes picantes do caso com Escobar pra lucrar um dinheiro..."



P.s.> Faz o teste e senta na frente da Tv amanhã e assiste. Se fosse a adaptação de uma obra do Sidney Sheldon ia ser sucesso imediato. Nada contra, mas não dá pra ficar só na superficialidade o tempo todo.


P.s2> Se a inteção do diretor for alcançada já vale o orçamento de 1 milhão de mangos por episódio, mesmo sabendo-se lá quem seriam os Mecenas em questão.

P.s3> Engraçado que a Globo, o 4º poder no Brasil, é quem por incrível que pareça permite essas experimentações e seu possível contato com as massas.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Stoneway to Heaven

Esses dias acabei indo parar na serra fezendo uma caminhada Maconhológica com uns amigos(termo dado por eles mesmos) e acabei descobrindo um paraíso no quintal da minha casa.

Xô contar o caso:

Cheguei em casa depois de ter andando muito pra conseguir um Chá pra colorir o fim de semana e encontro com minha prima e uns amigos saindo pra fazer uma tal de uma caminhada na serra da pedreira que faz parte do panorama de quem mora nessa parte da cidade. Sempre esteve lá. Mas eu nunca tinha me dado conta. Chegando lá a galera deu um brilho e começamos a subir um caminho de terra e pedras. Caminhada nem é tão puxada pra quem não tem costume, e como recompensa descobrimos um lugar LOko demais! Uma espécie de antiga cachoeira, já sem água, mas com vista pra cidade toda. Pensa na Trip do pessoal! Altas vistas, altas pedras, altos ecossistemas, altos finos....

Desde então eu tô indo pra lá sempre que dá. Já passei por várias trilhas, descobri vários mirantes pra cidade e acho que daqui a pouco vou de novo. Ver a cidade lá de cima dá a impressão de poder observar os problemas do dia a dia enclausurados nos limites geográficos da cidade-buraco cercada de morros, e você ali, fora do alcance de tudo aquilo. Pra mim foi a definição palpável do conceito de paz, serenidade e plenitude. Voei dentro de mim mesmo por uma tarde. E fiquei viciado na serra.

Dica do Saci> A trilha branca leva pra lugares bem legais, principalmente depois de um dia de chuva.
Dica do Saci 2> Não vá sozinho, leve água, não deixe lixo, não barrere a quebrada e se divirta.
Dica do Saci 3> Leve um celular com mp3. Você pode se comunicar se precisar de ajuda e dá pra ouvir Lucy in Sky lá em cima. Pensa na Onda!

Pra quem tiver interesse segue o primeiro esboço de um mapa do Saci pro local:

quinta-feira, 27 de novembro de 2008



Consultório Psiquiátrico do Saci







Terapia da Vaca amarela:



Esse é um método ligado à uma mistura da corrente Behaviorista de Skinner com idéias da Psicologia Moderna e tem por objetivo cessar comportamentos inadequados ligados à fala por meio de interação lúdica com o paciente.
Indicação: Pacientes com distúrbios ligados à fala e ansiedade, Coprolalia, Conversadores compulsivos, Parentes e Chatos em geral.

Método: Consiga a atenção do anormal, quando ele parar de falar, e cante a parlenda:

Vaca amarela
Cagou na panela
Quem falar primeiro
Comeu a bosta dela

Aprecie o valioso silêncio e, se o paciente não se controlar e falar, bata nele, jogue coisas, objetos pontiagudos ou móveis próximos.


Teoria: As surras vão inibir comportamentos inadequados recorrentes através do reforçamento da idéia de que se o paciente desobedecer a cantiga fica submetido à um reforço negativo doloroso e reduz progressivamente o comportamento indesejável.


Conclusões:
Uma cobaia nomeada Mateus Gordim foi submetida ao tratamento e sobrevive à ele já a 3 semanas. O comportamento inadequado foi consideravelmente reduzido. A cobaia já perdeu 6 dentes.


*Todas as pesquisas foram financiadas pelo Instituto de Pesquisas Avançadas Caic Renascença.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Troféu Septo Platinado!

Parece que virou tendência nos quatro cantos do globo retomar a onda junkie autodestrutiva que a cocaína trouxe aos anos 80 e várias celebridades resolveram aderir a causa. Como não poderia deixar de ser, e para reiterar a inutilidade desse blog, vamos lançar o Troféu Septo Platinado para eleger a nova Celebridade representante dos Cocainômanos no Brasil.

Os indiciados são:

-Fábio Júnior (cantor, ator, comedor, cheirador e pai de 5)

"_Coé mermão! Sou um vetereno! Tenho muito mais tempo de carreira !"


-Fábio Assunção (reeducando)

"- Ganhar o que? Não quero. Não quero ver ninguém! Tem um papel aí?"


-Aécio Neves (f!#$** da p¨$@ e atual governador do Estado de Minas Gerais)

"-Chupa que é de uva! Já ganhei! Sou o único em condições físicas de ir receber o prêmio"

O prêmio será entregue após o fim da votação em Jantar Dançante no Clube dos Fazendeiros. O Mestre de cerimônias será Chico Anísio e o som ficará por conta de Embaixadora Internacional do Evento Amy Winehouse e do esquecido porém não menos viciado Ritchie, cantor do Hit Menina Veneno há alguns séculos atrás.

Só para Iniciados....

Esse texto chegou em minhas mãos ontem no fim da tarde e me fez lembrar de uma mulher que admiro desde que tenho consciência de minha presença neste plano. Confesso que acredito admirá-la desde outras existências, e nossos antigos encontros já foram imaginados (?) por ela também. Somos ambos essências livres, inteligíveis apenas pelos nascidos sob a mesma constelação e pelos pássaros, somos filhos do vento. A imperiosa necessidade da brisa contra o rosto, a fome de sensações, de conhecimento, paradoxalmente nos torna escravos dessa vontade, que é o que caracteriza o anseio pela liberdade. Mas essa ansiedade desaparece quando se percebe o corpo templo e a mente catalisador. O infinito de possibilidades somos cada um de nós, mas a escolha por se inquietar, e a escolha de vivenciar a intesidade dessa aquarela de sensações nos remete à consciência de nós mesmos e o medo passa a ser contentamento e o turbilhão de sentimentos, calma.

Eu amo Karla e me vejo nela. Somos almas Gêmeas.


E você? Não conhece Karla? Então clica aqui.
Karla também é membro da Academia Montesclarense de Letras e tem vários livros publicados.

Quem se identificar com o que foi escrito nesse post pode se juntar a nós, nas caminhadas para dentro de si próprio não importa se bebendo, fumando ou desgustando o sábado, mas vivendo-o.

Who's the next Most Hated Cheek of Moc??